Vietnam – Saigon

•Julho 27, 2009 • Deixe um Comentário

Resolvido o problema dos passaportes e assumindo o risco de ter fugido aos guardas da embaixada, por não achar justo pagar o dobro (mais 74 dólares pelos passaportes) seguimos mais 7 horas de viagem em direcção à fronteira com o Vietname.

Já agora segue um conselho, se forem para estes países já com os vistos e tudo tratado melhor. Porque as embaixadas são fontes de corrupção e tratar destes assuntos lá, não +e nada aconselhável. Fica a dica, para não andarem a fugir à Policia. A alternativa é sempre pagarem o dinheiro pelos serviços dos senhores guardas.

Esquecemos os problemas e seguimos. Chegamos a Saigão ou então Ho Chi Minh City…pelas 9 horas da noite.

Saigon_Julho 2009

O tempo faz-se curto, mais curto para alguém que até viajou com tempo, e mais uma vez, ainda com a astúcia que alguém que vive na China, pagamos 4 dólares a um taxista para nos levar exactamente ao lugar onde nos deu boleia.

Como para aprender é preciso cair, e aceitando que o “low budget” se fará no final seguimos com o fiel guia da Lonely planet para a área dos Backpackers. Afinal estamos em Saigon! Sinal de respect para qualquer cidadão europeu.

Estamos na capital económica do Vietname e percebemos que esta cidade faz-se de estatísticas.

9 Milhões de pessoas numa cidade com 5 milhões de motas…é o caos completo. Mas como lhe chamam os locais, é a coordenação do caos. Uma vez, que se vendarmos os olhos e atravessarmos a rua, todas as motas se desviam. Nada nos toca…aceitamos a explicação embora sem o devido teste prático.

Atravessar a rua é um desafio e pagar em Don´s também. Entramos mais uma vez no planeta dos dólares.

Por entre ruelas de uma cidade que parece que acordou há 10 minutos atrás e que metade da população vai chegar atrasada ao emprego…o movimento de 5 milhões de motas faz-se em qualquer direcção. Não percebemos nada do que está a acontecer. Onde chegamos? LOUCURA!!!

Não há acidentes. A coordenação está para os motards de Saigão como a visão para os Europeus e a esperteza para os Chineses e a inteligência para mim. Tudo está sobre controlo, diz-nos o rapaz que nos pede 5 dólares para dormir na Yellow Guesthouse. Zona de excelência do guia LP.

Finalmente um banho. Um local com net. E dois minutos para beber uma cerveja. Afinal de contas estou em Saigão.

A noite faz-se pequena e o dia vai começar cedo com a jornada pelo Mekong Delta. Não há aventuras e a noite acaba na caminha.

Mekong Delta. Se há coisas que nos deixam absorvidos pela sua magnitude, tal como, Ankor, então um dia pelo Mekong River está em segundo lugar.

A jornada começa às 7 e meia. Abastecidos quanto baste e com as baterias carregadas começamos o dia pela melhor forma, mais 5 horas de autocarro até ao inicio do Delta.

O guia assume-se com o pior inglês que nos deparou na Ásia.

Entramos pelo Mekong e a vista toca-nos com uma força avassaladora pela grandiosidade de um rio que começa na China, mais concretamente, no Tibete e depois percorre a província chinesa de Yunnan, Mianmar, a Tailândia, o Laos, o Cambodja e o Vietname. São aproximadamente 4.500 km de tamanho sendo o 13° rio mais longo e o 10° mais volumoso do mundo. É graças ao Mekong que as minorias comem.

Vietname_Julho 2009

A vista fabulosa, a cerveja no barco, e o vento na cara, tornam o cenário fenomenal.

Não tardou acordarmos do sonho, e mais uma vez, perdemos a noção do tempo, conversando com o guia local sobre a China, sobre o Vietname e sobre as guerras dentro do seu país.

Como ele próprio afirmou “há mais de 2500 anos atrás até hoje temos estado muito ocupados”. A verdade das palavras toca no ridículo, referia-se às guerras.

Durante mil anos, o Vietname foi dominado por sucessivas dinastias do império chinês, depois foi colonizado pela França, antes tinham sido os Khmer, seguiu-se a vez do Japão a ocupar o país, e posteriormente viria a haver dois lugares dentro no mesmo país (o norte apoiado pelo regime comunista da Rússia e o Sul com o lado republicano). Eram conhecidos após Indochina como o Vietname do Norte e o Vietname do sul. Esta divisão deu lugar a guerra do Vietname com os EUA a entrar no país para combater o comunismo do norte. Os EUA ficaram aqui durante 25 anos sendo obrigados a abandonar o país. Criou-se por fim a República Socialista do Vietname. Terminou aqui o trágico passado do Vietname onde a simples história não contempla luxos, mas sim, guerras infinitas durante todo este tempo. Actualmente é o comunismo que lidera os destinos do País.

O Vietname assumiu-se também vencedor ao lutar contra todos e a crescer a um ritmo apenas igualável pela Indonésia e China nos dias de hoje, o país que se chama Viêt Nam ( Country in the South of China) prepara-se para se projectar no panorama mundial, e desta vez pelas melhores razões.

Depois das histórias fantásticas contadas pelo senhor Pho, seguimos pelo delta, onde as paisagens assolam a vista de qualquer turista.

Os corredores do River Delta, as danças tradicionais, os contos, as fábricas de produção de açúcar, de rebuçados, de peças fabulosas de artesanato fazem perder até quem iniciou a viagem no sentido de “Low Budget” e já parou no multibanco mais de 4 vezes.

Seguimos em Direcção a Saigão (capital económica do País) e preparamo-nos para desta vez bombar a sério. O Go2 e o Bufalos, juntam-se para uma noite fabulosa na companhia da fabulosa “Saigon Beer, my country my beer”.

Os restantes dias, contemplam uma visita aos Cu Chi Tunnels e aos mercados de Saigão. Termino a jornada sem dormir, resta esperar pela caminha em Macau.

Cambodia, Vietname_Julho 2009

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Phnom Penh – Capital of Cambodia

•Julho 27, 2009 • Deixe um Comentário

O sono está em dia finalmente. Após uns dias em Ankor, resta mais uma super aventura seguir em direcção à capital Phnom Penh.

Com mais 8 horas de viagem, um pneu furado, uma hora a mudar pneus no meio do nada, chuva torrencial, terra vermelha, o destino parece cada vez mais longe.

Finalmente Phnom Penh. Chegamos a uma capital, onde de capital só mesmo por lei. Só por avistar a sede de umas quantas embaixadas percebemos que chegamos.

Aqui, o ambiente melhora, as fotos tornam-se menos agressivas, e a existência de uma classe média surge de mais perto. Mas nem por isso a corrupção se apaga, o problema em obter vistos é enorme, as entradas por monumentos devem ser pagas aos guardas, e os motoristas dos Tuk Tuk, assumem que os turistas devem pagar as faltas de condições dos cidadãos.

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Toda a gente se assume contra a corrupção. Toda a gente lamenta no Cambodja a falta de ética do governo e das pessoas que o suportam, esta verdade é transmitida por um senhor que nos queria mais 74 dólares para nos devolver os passaportes. Incrível.

Esta é a realidade na capital. Onde os US dólares, possuem a magia de poder comprar tudo e todos. Percebemos isso, pela sede da embaixada dos EUA. Aqui nem Riel´s precisam.

O Riel (moeda oficial do Cambodja) é a aceitação do povo do Cambodja. É a divisa oficial dos pobres e a moeda da população. Passar por estes locais fazem revoltar qualquer cidadão de um país civilizado. Ver as condições das crianças, fazem ser cada vez mais difícil aceitar um lugar como o Cambodja no século presente. Fazem a China ser um paraíso, e fazem não querer aceitar o destino. Será que serei o único a acreditar em algo diferente?

A capital do Cambodja faz o mais simples turista acordar de um sonho, um sonho que foi vivido fora aqui.

Neste lugar de gente pobre, os mercados assumem o seu papel importante em consegui fornecer o que a população necessita e fazem unir a procura e oferta numa lógica bem assente. Aqui acreditamos que a economia têm o seu papel e assegura mais bem estar do que qualquer outra ciência.

Por outro lado, onde esta a economia como ciência que assegura bem estar a todos se todos procurarem o seu máximo individual? Não parece haver então economia em Phnom Penh.

As gasolineiras são feitas de pequenos móveis e a gasolina é distribuída por em garrafas aos milhares de clientes que por ali passam.  Por aqui a vida esqueceu-se das pessoas. E o tempo já passou.

Tacteio bem o lugar para não me fugir nada, nem mesmo a recordação que como pode haver um lugar destes  neste nosso tempo…

Para alguns nesta cidade, a vivência nestes locais é uma consequência, para outros uma revelação, para mim, assume-se como uma revolta e uma fatalidade, num lugar que tão perto alberga o grande Angkor Wat como se de um lugar perfeito se trata-se.

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Nascer do Sol em Angkor

•Julho 27, 2009 • Deixe um Comentário

Não dormimos há dois dias e inevitavelmente a noite faz-se de dia para quem chegou a Angkor.

São 4 e meia da manhã e falta meia hora para nascer o sol. Tinha afirmado que não me ia levantar. Mas a certeza de estar perante um lugar onde não voltarei tão cedo, e a possibilidade de estrear a minha Canon ao mais alto nível fotográfico, faz-me acreditar que vou ver o nascer do sol mais bonito do mundo. Aqui vamos nós!

Não se pensa em mais nada, e a mente faz o nosso corpo seguir em frente, embora derrotados pelo cansaço, acreditamos na magia que nos espera.

Avistamos o TuK TuK mais próximo e negociamos uns 2 dólares para nos levar em 10 minutos ao templo. Está tudo em ordem. Baterias, ópticas, cartões, disparos múltiplos e dedo afiado.

O rio que cerca Angkor e a escuridão que se assume tão perto faz bater o coração.

Chegamos finalmente a Angkor Wat para ver o Nascer do Sol. São 5 da manhã em ponto e não vale a pena perder nem mais um segundo.

E se palavras houvesse para descrever o momento, seriam certamente essas a colocar aqui. Mas infelizmente nada consegue descrever o que a Canon captou.

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Se há lugares onde a imagem retrata algo mais bonito do que a própria realidade, Angkor Wat fica e ficará sempre como um lugar onde a descrição de uma linda foto se resigna a ser mais uma foto.

Se existe a certeza, que nunca devemos voltar ao lugar onde já fomos felizes, então Angkor Wat e o mais belo nascer do sol do mundo, ficarão para sempre comigo na memória.

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Após mais uma jornada em Ankor, resta desistir da imortalidade. Sigo para o hotel, não se chamasse ele “Shadows of Ankor”, para trás fica a saudade, e neste dia fabuloso, vou dormir o resta dele.

Cambodia @ July 2009

•Julho 27, 2009 • Deixe um Comentário

Após uma longa jornada de avião até à Malásia, mais concretamente Kuala Lumpur, falta completar uma espera de 8 horas. Felizmente há restaurantes por perto e a comida até se torna um fiel parceiro.

Durmo pouco, até porque os bancos de um terminal “very Low Cost” não são os melhores…

A emoção de poder finalmente carimbar “Kingdom of Cambodia” é mais forte e finalmente chega a hora. Chegamos mesmo à horinha. Está prestes a começar o dia por estes lados.

Estou em Siem Reap, o aeroporto mais perto do grande Angkor Wat, onde a ligação agora ficará a cargo do autocarro.

O sono de muitas noites por dormir acumula-se com mais uma noite passada em claro e as olheiras começam a dar sinais evidentes que é preciso descansar. Assumimos o risco mais uma vez, e partimos de imediato para Angkor Wat, não fosse ele desaparecer mesmo naquele dia, e com ele levasse todas as nossas ideias e imaginações.

Acreditamos ainda que algo de mágico nos irá fosse apresentar num país que leva os extremos ao seu máximo, onde a pobreza de mais de 90% da população faz-se à custa de muita corrupção.

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Por todos os lugares onde passei, Cambodja assume-se o mais pobre, em fome e em espírito, uma vez, que nem as próprias pessoas parecem acreditar em algo que na Europa chamamos de futuro.

Num país tão trágico, onde as crianças têm espaços próprios para pedir dinheiro, onde todos são contra a corrupção mas toda a gente a alimenta, pois é a forma mais fácil de sobreviver mais um tempo, quando nem mesmo este tempo parece dar espaço para as pessoas construírem algo melhor.

Com todo este choque cultural à nossa frente, é fácil render às palavras sábias de um motorista de Tuk Tuk (como por lá chamam) e nada mais fácil, aceitamos a proposta, sendo que 6 dólares parece razoável por um dia de tour. Está na hora de visitar o lugar que nos levou tão longe. Angkor Wat.

Após tirar o bilhete, que fica lindo, com uma foto digitalizada e personalizada para o efeito, os 20 US dólares por dia, não parecem um abuso para visitar o lugar que foi um dia a base do reino dos Khmer.

Na entrada pelo templo percebemos que valeu a pena. Percebemos que Angkor Wat, supera qualquer leitura sobre o mesmo, supera qualquer cenário jamais visto.

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Só aqui na entrada, percebemos finalmente porque Angkor Wat se funde com o Reino do Camdodja e porque está presente nas cervejas, nos restaurantes, no coração e na bandeira do País.

Estamos perante a materialização de toda a grandiosidade que um dia pertenceu a este povo e que já nada mais parece ter para oferecer a quem o visita. Resta-lhes Angkor Wat.

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Agora percebemos o que lemos na entrada do Cambodja “ Vocês estrangeiros têm tanto, e nós temos tão pouco. Mas nós temos Angkor. E nunca ninguém nos irá superar.”

Angkor Wat fica literalmente no meio da selva e o cenário é algo de transcendente.

Estamos perante o coração de um império que outrora se estendeu desde a Tailândia, atravessou o Laos e absorveu todo o Vietname. Com um milhão de habitantes, Angkor fez-se metrópole. Hoje, alguns dos templos dentro de Angkor estão destruídos, sendo pouco a pouco construídos pelos melhores especialistas do mundo, nunca tarefa quase impossível.

Apetece sentar e parar para pensar. Deixar ir os turistas em frente e primeiro.

Afinal nós vivemos na Ásia. Ganhamos pelo menos o direito a sentar e observar com calma a sede da mitologia Hindu. Paramos e escutamos o som dos turistas a encher o lugar, o som dos pássaros a fugir e a voar, imaginamos os elefantes com os exércitos Khmer a receber ordens de ataque e apenas alugamos meia hora da nossa imaginação a Angkor para perceber que estamos sentados num lugar fabuloso e místico.

Angkor continua ali. Sem se mexer. Parece que estava mesmo à nossa espera para gozar da sua altivez. Nem o Louvre lhe chega aos pés. O próprio Angkor ali fica a olhar para nós como se ele percebe-se da harmonia que vivemos naquele momento. Ele não se importa. Sabe que esta ali para isso mesmo. Pela sua imponência, sabe que choca. E que certamente é a maior maravilha do mundo, servindo durante 400 anos as conquistas e glórias dos Khmer pela Ásia.

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Pedro Leite in Bankok??? NO WAY!!!

•Junho 16, 2009 • Deixe um Comentário

O impossível aconteceu!!!

Numa das nossas visitas pela Ásia…..mais concretamente Bankok, fomos fotografados por várias pessoas, inclusive os nossos amigos que nos acompanhavam.

Falo, do nosso fabuloso guia, o condutor e a sua esposa do A’Tee Big Taxi.

Nada poderia ser mais normal do que passear por entre os recantos da cidade, vistar os maiores mercados de bankok, mergulhar nas águas sujas dos mercados flutuantes e ver elefantes “in loco” a uns valentes kms de Bankok.

De facto um local extraordinário e arrepiante, quer pela sensação que nos cria quando observamos a cidade e os seus mirabolantes pormenores, assim como, pela fantástica companhia dos guias locais que nos ajudaram a tornar o percurso mais “perceptível” e agradável.

Até aqui nada de anormal….e parece mais uma crónica de um viajante pela lindíssima Tailândia.

A situação inacreditável acontece quando passado dois meses da visita a Bankok, somos surpreendidos com a noticia de outros viajantes e exploradores de cidade, que estamos em fotos nos taxis deste nosso guia e fomos reconhecidos em cartazes que o próprio se encarregou de personalizar e imprimir e distribuir pelas suas viaturas!!!

Não!!! Fomos avistados em fotos e cartazes em Bankok???? Nem é por ser a capital do sexo mundial…..mas uns simples tugas foram passados a ser personagens de um guia de encaminhamento para a aventura louca de entrar no mundo dos mercados, das paisagens, enfim, das sensações de Bankok.

Sem mais palavras, acho que nem é necessário….fica um exemplar para melhor entendimento da situação!!!

Tugas em Bankok!

Tugas em Bankok! A'Tee Big Taxi.

Saìdas à noite!

•Junho 11, 2009 • Deixe um Comentário

Caros colegas!!

Este fim de semana foi muito calminho e tranquilo…..tranquilo é como quem diz e calminho é como quem diz também!!

Estive perdido por Macau!! E parece que descobri que existe casinos aqui…..entrei finalmente no City of Dreams, a mais recente cidade dos sonhos aqui em Macau. De facto além dos biliões ali gastos em slot machines e quartos para os chinocas….aquilo parece mais montanhas russas umas a seguir às outras….cada edificio mais estúpido e brilhante! Mas se é a cidade dos sonhos quem sou eu para contradizer….

O que me deixou mesmo furioso neste fim de semana, foi pela primeira vez, a sensação de saudade do meu Portugal. Não há nada melhor que acordar um sábado, ir ao ginásio, treinar o meu Kung, ainda com a ressaca da noite anterior, passar por um bom café em ermesinde, comer uma torrada e a minha fantástica meia de leite e pumba, ficar tranquilamente à espera da morte no meu sofá com o meu LCD………

Enfim, nada disto existe aqui e nem o expresso consigo ler a horas….quando vou á biblioteca de Macau e pego no expresso com o sorriso de uma criança que viu de facto o Pai Natal, observo atentamente as previsões das europeias para o PSD…..na net ele já ganhou! Haverá algo pior do que isto?

Há sim senhor. São as noites em Macau. O som não se compara nem de longe a Shanghai ou a HK, e as discotecas são foleiras, aquelas que estão fora dos casinos….

A noite em macau tirando as discotecas e o som é brutal, não para um momento. LOLLL

No sábado, ao sair do D2, deu-me aquela vontade de um belo cachorro com todas aquelas porcarias em cima, ou uma bifana com gordura já chegava…..NADA!!! Procuro por todo o lado, na tentativa de encontrar algo brilhante por Macau….nem uma rolote.

A tristeza assume o meu olhar e por momentos numa banca perto do Gran Emperor, avisto uma pequena rolote…..corro no caso de terem só mais um cachorro…..

Não. Havia muitos. Não era cachorros, era milho seco e ovos cozidos! ESCANDALO!!!!

Saio da noite, tenho fome e vou descascar ovos e lamber milho??? Não pode  ser!!! Onde estamos??? Planeta cruel….

Nada me teria sabido melhor do que aquela bifana molhada de ermesinde…..mas os ovos recusei-me a comer. Fui para a cama com a fome de um desgraçado, esperando calmamente pelo pequeno almoço de domingo…..

Atenção: Ofereço suporte financeiro a todos os que quiserem montar um franchising de Roulotes na China. Basta!! Temos que acabar com o monopólio dos ovos cozinhos aqui meus amigos!!! Peço ajuda!!!

Tragam os cachorros…..qual vinho, qual quê!

Quem atura os Chineses?

•Junho 9, 2009 • Deixe um Comentário

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Quando já achamos que vimos tudo nesta vida, logo surge algo inédito!

É domingo e estamos calmamente na praia de Coloane, num momento de Relax….umas cervejolas, uma sande de “algo muito estranho, mas que curiosamente é gostoso”,  e pumba!

Não é que surge um jovem deliquente chinês com o seu rapazola e a mãe do mesmo.

Existem imagens que precisam de legendas? Pois esta é uma delas.

Observamos este senhor, a quem vamos chamar homem lama, a chamar o puto (seu filho), para brincadeiras na lama, não será para menos que o puto vê-se obrigado a fugir, pois descobre aos 3 anos que vive com delinquentes que adoram ser figuras parvas num domingo à tarde.

É fácil rir da situação, pois não assistiram “in loco” ao temor do jovem rapazinho, que previa o seu futuro…..

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Segue-se a dança de chamamento às figuras parvas no meio de uma praia inundada de gente….e o pobre rapazinho sem escapatória possível, vê-se obrigado a participar no circo cardinalli organizado por este chinoca parvo a quem Deus deu um filho “mais inteligente”.

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O que eu mais temia aconteceu!!!

O jovem ficou igual ao pai, tal era a perseguição para a parvoíce.

Como podem ver, o rapaz vive momentos de choque e estupefacção perante este circo de feras na lama…. ao que o rapaz pergunta…onde vim eu parar? Que raio de sorte animal tive eu?

Consideramos ( para bem do meu sono) que o puto posteriormente teve o banho merecido e jantou calmamente um Congee ( nem perguntem o que é esta porcaria!!!!).

Passa-se assim, o domingo solarengo numa praia de coloane, com momentos de terror na lama de gente parva chinesa, mas como podem comprovar, parvoíce, estupidez, vontade de fazer mal ao próximo, são tudo atributos destes senhores meus vizinhos….. perante isto ainda há quem se preocupe com o ambiente, deixando de lado todas estas crueldades?