Phnom Penh – Capital of Cambodia
O sono está em dia finalmente. Após uns dias em Ankor, resta mais uma super aventura seguir em direcção à capital Phnom Penh.
Com mais 8 horas de viagem, um pneu furado, uma hora a mudar pneus no meio do nada, chuva torrencial, terra vermelha, o destino parece cada vez mais longe.
Finalmente Phnom Penh. Chegamos a uma capital, onde de capital só mesmo por lei. Só por avistar a sede de umas quantas embaixadas percebemos que chegamos.
- Capital of Cambodia…
Aqui, o ambiente melhora, as fotos tornam-se menos agressivas, e a existência de uma classe média surge de mais perto. Mas nem por isso a corrupção se apaga, o problema em obter vistos é enorme, as entradas por monumentos devem ser pagas aos guardas, e os motoristas dos Tuk Tuk, assumem que os turistas devem pagar as faltas de condições dos cidadãos.

Toda a gente se assume contra a corrupção. Toda a gente lamenta no Cambodja a falta de ética do governo e das pessoas que o suportam, esta verdade é transmitida por um senhor que nos queria mais 74 dólares para nos devolver os passaportes. Incrível.
Esta é a realidade na capital. Onde os US dólares, possuem a magia de poder comprar tudo e todos. Percebemos isso, pela sede da embaixada dos EUA. Aqui nem Riel´s precisam.
O Riel (moeda oficial do Cambodja) é a aceitação do povo do Cambodja. É a divisa oficial dos pobres e a moeda da população. Passar por estes locais fazem revoltar qualquer cidadão de um país civilizado. Ver as condições das crianças, fazem ser cada vez mais difícil aceitar um lugar como o Cambodja no século presente. Fazem a China ser um paraíso, e fazem não querer aceitar o destino. Será que serei o único a acreditar em algo diferente?
A capital do Cambodja faz o mais simples turista acordar de um sonho, um sonho que foi vivido fora aqui.
Neste lugar de gente pobre, os mercados assumem o seu papel importante em consegui fornecer o que a população necessita e fazem unir a procura e oferta numa lógica bem assente. Aqui acreditamos que a economia têm o seu papel e assegura mais bem estar do que qualquer outra ciência.
Por outro lado, onde esta a economia como ciência que assegura bem estar a todos se todos procurarem o seu máximo individual? Não parece haver então economia em Phnom Penh.
As gasolineiras são feitas de pequenos móveis e a gasolina é distribuída por em garrafas aos milhares de clientes que por ali passam. Por aqui a vida esqueceu-se das pessoas. E o tempo já passou.
Tacteio bem o lugar para não me fugir nada, nem mesmo a recordação que como pode haver um lugar destes neste nosso tempo…
Para alguns nesta cidade, a vivência nestes locais é uma consequência, para outros uma revelação, para mim, assume-se como uma revolta e uma fatalidade, num lugar que tão perto alberga o grande Angkor Wat como se de um lugar perfeito se trata-se.










